terça-feira, 1 de novembro de 2016

Beira-Mar, 1992/93 (principal)

Finalmente concluí uma das minhas grandes dores de cabeça - este design da Hummel era algo que me estava atravessado por causa de não ter quase fotos nenhumas onde me basear para os detalhezinhos minuciosos que quase sempre me falham. Apesar disso, lá me deu o click e lá consegui fazer a coisa melhor ou pior - e fica já a base para fazer a versão farense deste design...
Vou ter de ser franco: esta camisola acorda-me o tique que tenho no olho esquerdo. Tudo porque a minha mente recua logo até uma tarde de Maio de 1993, em que um golo do Dino retirou o "meu" Benfica da liderança do campeonato para não mais voltar até ao final. Foi se calhar o meu primeiro grande melão, diria eu...
(Sei que tenho andado algo parado por aqui. Na realidade, tenho andado ocupado com a produção maciça destes desenhos relativos a um certo e determinado clube que não irei nomear. Eventualmente a actividade normal irá regressar - eventualmente...)
Fonte: Futebol em Portugal

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Ginásio de Tavira, 1994/95 (principal)

Bom, mais um grupo algarvio. O que provavelmente me fez desenhar este equipamento foi o facto de poder reciclar tanto camisola como calções de outros lados. O pior foi mesmo a questão do patrocínio, que fotos minimamente dignas desse nome do logotipo do Pagapouco existem na Internet como euros na minha carteira. Ainda assim lá me desenrasquei o melhor que consegui e espero que esteja minimamente aceitável, tavirenses.
Fonte: Antigas Glórias do Futebol Algarvio e Alentejano

domingo, 16 de outubro de 2016

Portugal, 1994


Este será dos equipamentos da Selecção Nacional menos conhecidos - provavelmente porque a equipa principal nunca os utilizou (o alternativo ao que parece foi usado por algumas equipas de escalões jovens, mas nunca vi fotos, por isso não posso confirmar). E esteve a sete minutos de os usar oficialmente (dito assim fica muito mais dramático. Pronto, se tivesse ganho o último jogo, vá...).
Bom, segundo reza a lenda, seriam estes os equipamentos que Portugal iria utilizar no Mundial-94 (ou parecidos a estes, vá). E se pesquisarmos a Internet sobre essa questão encontramos um ou outro site que vende réplicas destas camisolas, sendo através das fotos desses sites que consegui fazer estes desenhos. Repararam que eu falei em "camisolas"? Pois é, ainda só vi fotos das camisolas, nunca dos calções. Se calhar podia ter-me armado em criativo, pegado num dos modelos que a Adidas usava nessa altura e feito de conta que eram esses... mas não estive para isso, ficaram assim simples e pronto.
Ah!, como nunca vi essas tais fotos das equipas jovens portuguesas a usarem qualquer uma delas, não temos fotos a acompanhar. Infelizmente. metemos antes fotos das que se encontram na net de sites que as vendem - sim, porque o facto de nunca terem sido adoptadas pela Selecção não impediu de terem sido feitas e comercializadas.

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Vitória de Setúbal, 2004/05 (final da Taça de Portugal)

E eis que finalmente tenho uma camisola da Saillev pronta! Ainda antes das Lacatonis e Macrons desta vida, depois da Olympic, a Saillev foi marca que invadiu os campos nacionais, fazendo equipamentos para centenas de clubes. O Vitória não foi excepção, e durante oito temporadas ostentou o logotipo da marca portuguesa - a época desta camisola foi a última. Todavia acabaram em beleza, pois foi assim trajados que os sadinos arrecadaram a Taça de Portugal ao campeão Benfica, 38 anos após a sua última conquista.
Posso dizer desde já que desenhar esta camisola não foi tão fácil como eu estaria a pensar, pois a questão das curvas das riscas e do branco das mangas não serem a direito acabou por me causar alguns engulhos. E continuo a dizer que isto não ficou perfeito. Mas ainda não houve um conjunto aqui colocado que eu tenha dito que ficou perfeito, pois não?
Fonte: Lusa

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Sporting, 1908/12

Bom, vou recuar um bocadinho no tempo e colocar aqui algo da pré-história do futebol nacional - e estrear o meu modelo de camisolas antigas (sim, o do Vitória de Setúbal-1910 foi uma fase embrionária, com isto até sou capaz de o modificar). E, contra todas as previsões, o primeiro contemplado vai ser o Sporting. A camisola da altura é gira, e isso, e as camisolas daquela altura, apesar de tudo nem são muito difíceis de fazer, portanto...
Fonte: Museu Virtual do Futebol

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Alverca, 1997/98 (principal)

Não sei se ainda alguém se lembra do Alverca, um clube que, provavelmente, começou a ganhar fama na década de 1990 por ser satélite do Benfica e que depois, em 1998, ganhou ainda mais fama quando garantiu a ascensão à I Divisão nacional, com muita tinta a ser debitada a respeito da sua possível participação na competição derivado do seu estatuto de clube-satélite - solução eventualmente resolvida com o fim do acordo entre as águias e o clube ribatejano. E era o equipamento da primeira presença na I Divisão que eu queria ter desenhado (e começar a trazer para a frente da memória essa marca já quase desconhecida do panorama nacional que é a Saillev), só que até agora ainda não consegui encontrar um logotipo da Somague dessa altura... por isso acabei por fazer o da época anterior, o da promoção ao principal escalão.
Outro motivo para fazer este desenho é o de colocar aqui a foto em que me baseei para o desenho e relembrar o plantel alverquense nessa temporada, cheio de rostos que viriam a tornar-se célebres no futebol nacional - para o melhor e para o pior. É começar a enumerá-los...
Fonte: Futebol em Portugal

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Benfica, 1992/93






Voltemos ao "meu" Benfica. A temporada de 1992/93 foi giríssima pois teve três equipamentos (ou melhor dizendo: três camisolas). Começou, tal como as cinco épocas anteriores, com a Fnac ao peito, e foi assim que o Benfica defrontou o Real Madrid na apresentação aos sócios. Só que a empresa dos aparelhos de ar condicionado, que já andava pelas ruas da amargura, acabou por abrir falência, o que fez com que os encarnados tivessem de ir à procura de um novo patrocinador. E, enquanto isso não acontecia, lá foram jogando com camisolas do ano anterior sem patrocínio (pelo menos na única foto que encontrei desse período constavam essas camisolas). Depois de dois jogos, lá apareceu o Casino Estoril, primeiro cosido por cima do anterior patrocínio, depois já colocado como deve ser. E foi assim que o Benfica conseguiu um segundo lugar (aquela derrota em Aveiro continua-me atravessada na garganta até hoje...) e conseguiu mais uma Taça de Portugal...