quarta-feira, 16 de junho de 2021

GR Santo Elói, 1984/85 (principal)

Não, amigos, eu  ainda não abdiquei de fingir que sei desenhar equipamentos de futebol. Só que a vida às vezes faz-nos esquecer destas coisas... pelo que os desenhos são capazes de ir surgindo neste espaço de forma mais espaçada. Digo eu. pelo que tenho de pedir desculpa aos adeptos do Sporting, do Estoril-Praia e do Vizela, mas ainda não sei quando (e se...) vou colocar aqui desenhos a celebrar os seus sucessos desta temporada.

Mas hoje trago aqui o equipamento de uma colectividade da Associação de Futebol de Lisboa que, provavelmente, muito pouca gente conhece: o Grupo Recreativo de Santo Elói (ou Santo Eloy), do Bairro Novo de Santo Eloy, freguesia de Odivelas, constituída em 1980 e, imagino eu, inactiva ou extinta presentemente. Mostraram-me a foto que surge ali em baixo num grupo sobre história do futebol do qual sou administrador e eu fiquei fascinadíssimo com o equipamento - não pode passar sem desenhar o mesmo, apesar de ser uma absoluta dor de cabeça (como sempre...) acertar com as letras. Estão próximas q.b., acho eu. A datação da fotografia é fácil porque o Santo Elói apenas participou uma única vez nos distritais da AF Lisboa, na época de 1984/85 (agora digam-me que jogou no INATEL antes ou depois e arruínem-me a teoria, vá...).

Numa outra foto que me mostraram, via-se gente com calções pretos e outros com calções brancos; mas deduzo que o principal fosse com calções pretos. Digo eu.

quinta-feira, 30 de abril de 2020

Farense, 1982/83 (principal - versão 2)


Do Sporting de Alvalade para o Sporting de São Luís. Numa temporada que acabou com a conquista da II Divisão e o regresso ao patamar principal do futebol português, o Farense começou a temporada com os mesmos equipamentos da temporada transacta, porém durante a época acrescentou o patrocínio de Fernando Barata, o icónico presidente do clube algarvio e empresário da construção civil. Coisa muito simplista e fácil de desenhar - mas assim eram as coisas na década de 1980.
Fonte: Museu do Futebol

terça-feira, 31 de março de 2020

Sporting, 1975/76 (Torneio Internacional de Paris)


Na edição de 1975 do Torneio Internacional de Paris, uma das equipas convidadas a participar foi o Sporting, a par do Fluminense, do Paris Saint-Germain (que contou com um reforço de peso chamado Johan Cruyff) e do Valencia. Os verde-e-brancos terminariam no último lugar da prova após duas derrotas (1-3 contra o PSG e 0-3 contra o Fluminense), mas para a história ficou o facto de ter sido a primeira vez que uma equipa portuguesa jogou com o nome de uma marca ao peito - algo que, a partir da década de 1980, passaria a ser a norma. Nos dias de hoje, chegámos ao ponto de termos equipamentos em que quase não dá para se ver a cor dos mesmos, tal é a carga publicitária que carregam...
Há alturas em que eu gosto de fazer desenhos mas, a meio, aborreço-me por as coisas não ficarem iguaizinhas àquilo que era suposto, e por isso tento adaptar a coisa até ficar o mais parecida possível, encolho os ombros e digo "siga!". Este caso foi um desses, precisamente pelo caso que o torna tão singular.
Fonte: Camarote Leonino

sábado, 28 de março de 2020

Os Belenenses, 1985/86 (principal)

 
Não vou entrar na questão clube/SAD. Isso são questões que a mim me ultrapassam. Todavia, vou sim entrar na questão de que, na década de 1980, o Belenenses, após uma curta passagem de dois anos pela II Divisão, reapareceu no principal escalão do futebol nacional com uma equipa bastante interessante, que ainda chegaria a duas finais da Taça de Portugal (vencendo uma delas), às competições europeias e, inclusivamente, a uma vitória sobre o Barcelona para a Taça UEFA. Para recordar essa época dos azuis de Belém, vai aqui a camisola principal usada durante a época de 1985/86 e parte da de 1986/87. E não, desta vez não vou reclamar da qualidade do desenho, que já enjoa falar sempre do mesmo.
Fonte: Belenenses Ilustrado

quinta-feira, 26 de março de 2020

Salgueiros, 1992/94 (principal)

Depois de um par de anos pendurado, finalmente acabei por finalizar este desenho - pois só agora consegui uma foto deste patrocínio. Claro é que não foi uma foto perfeita, pelo que tive de fazer o desenho à unha... e daí o aspecto tosco do mesmo. Mas já me sinto satisfeito com o resultado final, pronto. E serve para matar saudades do simpático clube de Paranhos...
Fonte: Futebol em Portugal
Fonte: Futebol em Portugal

quarta-feira, 25 de março de 2020

Amora, 1960/68 (principal)

Agora que eu estou trancado numa gaiola de cimento para tentar escapar a esta pandemia, há que arranjar forma de passar o tempo. E como até estou quase paredes-meias com a Medideira, posso perfeitamente "matar saudades" dos meus vizinhos do Amora FC, com um equipamento até bastante simples mas sem as certezas de ter sido utilizado só durante estes anos... e sem a certeza de o azul ser exactamente este. Já tentaram orientar-se com base em fotos a preto-e-branco - e em apenas meia-dúzia de fotos? Lotaria, meus amigos, simplesmente lotaria. Mas também como isto não é para vender, tenta-se fazer o melhor e siga a marinha.
Noutro detalhe relativo à foto que vem ali em baixo, tentem lá reconhecer o guarda-redes.
Fonte: Futebol em Portugal

quinta-feira, 19 de março de 2020

Nacional, 1992/93 (principal)

Bom, altura de dar um bocadinho de vida a este espaço. E com isto do COVID-19, o tempo livre aumentou exponencialmente, pelo que lá voltei a desenhar mais qualquer coisita - mesmo com o raio das imagens de 400 píxeis de comprimento a terem de servir de inspiração. Fica aqui o equipamento que o Nacional da Madeira utilizou, pelo menos, durante a época de 1992/93. Porquê? Bom, pode servir já como prenda antecipada se os madeirenses sempre conseguirem a promoção, ou porque... já o tinha quase acabado. E assim estamos.
Fonte: Glórias do Passado