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segunda-feira, 8 de maio de 2017

Benfica, 1983/84 (TCE)

Pode parecer a mesma coisa que o Benfica utilizou na época a seguir como alternativo (ou na outra a seguir, como aqui aparece); mas nem pensar!, é da época em que Stromberg e Chalana faziam magia no meio-campo encarnado. O equipamento em questão, que eu saiba (ainda não encontrei fotos dele noutros jogos, por favor desmintam-me) só foi usado num jogo, uma derrota em Liverpool (0-1) para a 1ª mão dos quartos-de-final da Taça dos Campeões Europeus que, apesar de tudo, deixava boas perspectivas para o jogo na Luz. Todavia Whelan, Johnston e Rush dizimariam o Benfica, com o clube inglês a iniciar caminhada que só parou no Olímpico de Roma de caneco na mão.
De qualquer maneira, ficou um equipamento bonito, e mais não seja por isso, merece ser recordado.
Fonte: Getty Images

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Juv. Évora, 1983/84 (secundário)

Chamo-lhe "secundário" mas não sei se o é, admito. Mas como o Juventude joga de riscas verticais e a camisola não as tem, presumo que seja o alternativo. Elucidem-me, por favor.
Porquê este equipamento? Motivos puramente extra-futebol. O patrocínio "Sachs" remete-me para as motorizadas dessa marca que popularam as minhas bandas - e algumas ainda lá resistem. E daí até arranjar motivação para o desenhar foi um pulinho. E o mais difícil de fazer foi, precisamente, as letras do patrocínio...
Fonte: Carlos Cunha - Armando Ribeiro -coleccionador - Évora

sexta-feira, 24 de março de 2017

Feyenoord, 1983/84 (principal)

Há um ano atrás, terminei o meu primeiro equipamento estrangeiro. E hoje vou terminar o meu segundo equipamento estrangeiro. E ambos aqui aparecem pelo mesmo motivo: Johan Cruijff. O astro holandês sempre foi um dos meus craques favoritos de sempre e figura numa equipa que para mim foi das melhores de sempre, a da Holanda do Mundial-1974. Deve ser a única da qual sei a constituição de cor e salteado - nem uma do Benfica consegue esse desiderato, lamento assumi-lo - e onde figurava, como astro maior, a figura do franzino jogador que sabia tanto de futebol. Por isso, um ano após o seu desaparecimento, fica aqui o desenho da última camisola que vestiu, a do... Feyenoord. Sim, a dos grandes rivais do Ajax, o clube com o qual Cruijff é mais conotado. Mas a partir do momento que os responsáveis do clube, ainda fresquinhos da conquista da "dobradinha", o deram como acabado e não quiseram que ele continuasse em Amesterdão, ele pegou nele e foi para Roterdão - um bocadinho como se o Eusébio tivesse ido para o Sporting. E na única época em que ele jogou de camisola bipartida branca e encarnada, o Feyenoord conquistou campeonato e Taça - apesar do atropelamento às mãos do Ajax em Amesterdão: 2-8! Concluída a temporada, Cruijff pendurou as chuteiras em festa e, no ano seguinte, estava de regresso a Amesterdão para treinar o Ajax e continuar a revolucionar o futebol mundial.
Fonte: Feyenoord Shirts

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

FC Porto, 1983/84 (final da TVT)

E do Bessa saltamos para as Antas. Havendo hoje um Juventus - FC Porto para as competições europeias, eu não valeria dois tostões como adepto futebolístico se não apresentasse hoje este desenho, da camisola utilizada pelos azuis-e-brancos no jogo em que encontraram a "Vecchia Signora", na sua primeira final europeia. Tal como era apanágio das finais da UEFA nessa altura, os patrocínios eram retirados das camisolas - e nesse jogo, tanto Juventus como FC Porto, clubes de riscas verticais, acabaram por jogar com os seus alternativos.
Um off-topic: já viram que ali no lado direito apareceu um boneco relativamente aos Equipamentos Vintage estarem no Facebook? Pois é, os Equipamentos Vintage chegaram ao Facebook (acho eu, depois de uma guerra com os algoritmos deles)! Agora o vosso 'like' faz com que recebam em primeira mão as novidades que este auto-proclamado asno aqui publica com alguma regularidade.
Fonte: Reflexão Portista