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segunda-feira, 19 de março de 2018

Alverca, 1998/99 (principal)

Tinha dito que gostava de fazer o equipamento de estreia do Alverca na I Divisão, mas sempre estive dependente do raio do logotipo da Somague, que por mais que procurasse só encontrava o actual. Hoje, por mero acaso, tropecei no que queria... e lá fui eu numa maratona de imagens e riscos e linhas e tentativas e erros até fazer algo que me deixasse minimamente satisfeito (HAHAHAHAHAHA!!).
Numa nota quase insignificante, este espaço lá voltou a ser relembrado no MaisFutebol. Até parece que ando a pagar a alguém para estas aparições (podem ficar descansados: não tenho dinheiro nem para mandar cantar um cego)...
Fonte: Lusa
Fonte: Lusa

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Farense, 1998/99 (principal)

Já sei que o Farense nesta época não tem motivos de realce, com um 11º lugar na I Divisão e uma saída da Taça de Portugal à 5ª eliminatória. Mas tendo em conta que eu cresci a ver o Sporting de Faro no topo da hierarquia do futebol nacional, acabaram por ocupar um cantinho especial cá dentro - uma menção honrosa, vá, pois o meu multiclubismo não chega para tantos clubes. Por isso, e como estava-me a apetecer fazer algo rápido, acabei por me ocupar deste, que não é propriamente difícil - assim que se descubra os cortes dos logotipos da marca para enfiar nas mangas. O resto... está com as deficiências do costume, muito obrigado.
Fonte: Antigas Glórias do Futebol Algarvio e Alentejano

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Campomaiorense, 1998/99 (principal)

Quando o Campomaiorense decidiu ir em busca da sua nova identidade e perdeu a imagem de "fac-simile do Sporting", foi pouco mais ou menos assim que surgiu. Nos últimos jogos da temporada de 1997/98 mandou às urtigas as camisolas verdes-e-brancas listadas horizontalmente da Umbro e surgiu com umas da Reebok verdes com aquela bola branca, amarela e grená ao centro, equipamento que usariam até à final do Jamor. Até... pelas fotos que encontrei, tendo em conta alguns detalhes (a posição do logo da Liga na manga direita), até arriscaria a dizer que acabei por produzir o equipamento que o clube de Campo Maior usou no Estádio Nacional, nessa tarde em que esteve quase, quase a dar o primeiro troféu nacional1 ao Alentejo. No ano seguinte o design foi o mesmo mas o logo da Delta alterou-se. E depois o Campomaiorense entrou em espiral descendente.

EDIT: post nº 100! Isto merecia uma comemoração...
Fonte: Lusa

1Peço desculpa, esquecia-me dos títulos nacionais das II e III Divisões Nacionais que vários clubes desta região foram conquistando ao longo dos anos. Mea culpa.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Seixal, 1998/02 (principal)

O Seixal foi o primeiro clube do concelho homónimo a conseguir andar na I Divisão nacional, na década de 1960 - com duas presenças consecutivas, onde conseguiu um 12º e um 13º lugar (em 14 equipas); e logicamente que se criou uma a rivalidade com os vizinhos do outro lado da baía, o Amora. Os jogos entre ambas as equipas eram sempre rasgados, com os adeptos de uma equipa sempre a trocarem os habituais mimos do "Amora é merda!", "Seixal é merda!" - infelizmente nunca assisti a nenhum, mesmo no tempo de crise de ambos os clubes. Historicamente, o ZeroZero fala em 13 jogos entre ambas as equipas (5 vitórias para cada lado com mais 3 empates), todavia a base de dados do site não contem os embates distritais - e custa-me a crer que apenas se tenham encontrado pela primeira vez nas competições nacionais em 1978/79. Bom, de qualquer maneira, o Seixal tem no seu palmarés, em termos das competições nacionais, uma Taça Ribeiro dos Reis (uma competição organizada pela FPF de 1961 a 1971), um 2º lugar na II Divisão, 2 títulos da III Divisão e um 2º lugar (pelo menos, pois os registos na Internet sobre as finais da III Divisão estão bastante incompletas), para além de 4 títulos de vencedor da A.F. Setúbal. Eventualmente, com a crise, e tal como aconteceu a muitos outros clubes por esse Portugal fora, o Seixal extinguiu a sua equipa sénior, isto em 2006/07, e só agora o clube começa paulatinamente a recuperar e a tentar voltar a ser uma referência concelhia e distrital. O futebol voltou, se bem que ainda só nas camadas jovens, sob o nome Seixal Clube 1925 (por forma a poder receber apoios sem ter os mesmos penhorados pelos credores) e as coisas vão avançando de forma a que um dia, quem sabe, o futebol sénior volte e haja novamente um Amora - Seixal (e vice-versa).
Bom... fartei-me de escrever para aqui e ainda não cheguei a falar sequer do equipamento em epígrafe. Tenho uma "baliza temporal" muito larga mas talvez até o devesse ser mais larga, pois é possível que tenha sido usado em mais temporadas - mas o arquivo de fotos não é grande coisa, admito. E porquê este equipamento? Porque foi utilizado na última grande glória do clube seixalense, em 1999/00, quando o Seixal venceu a série F da III Divisão nacional e, na competição que se seguiu após a mesma para apurar o campeão nacional, só baqueou nos penalties da final frente ao Vianense. Ah!, já me esquecia: o patrocínio não vai com a mesma letra que devia, mas com a que mais me pareceu tendo em conta a foto. O que não quer dizer propriamente grande coisa...
A foto inspiracional (ou seja, onde me baseei para a coisa) tem lá (pelo menos) um interveniente que hoje está a treinar um clube da I Divisão. É aquele ali. Sim, esse mesmo.

sábado, 26 de novembro de 2016

Torreense, 1998/99 (principal)

O Torreense que agora está a fazer furor na Taça de Portugal merece mais um desenho. Até porque não é todos os dias que um comentador de um canal de desporto como a Eurosport me faz uma "encomenda". Por isso, e antes de mais, esta é para o Luís Cristóvão pelo desafio e pela ajuda!
Bom, estava mesmo bom de ver que "Torreense" e "Taça de Portugal" apenas pode remeter para a época 1998/99, em que, na 5ª eliminatória, o clube de Torres Vedras foi às Antas eliminar o FC Porto (a caminho do pentacampeonato) da prova-rainha nacional. E também obrigaram o Vit. Setúbal a segundo jogo nos quartos-de-final, mas aí os sadinos seriam mais fortes e mataram o sonho dos torreenses de chegar ao Jamor. Mas o feito das Antas, esse, já ninguém lhes tira...
(E antes que me chateiem, sim, um dia eu meto aqui uma do Gondomar. Basta opor-me a isso...)

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Beira-Mar, 1998/99 (final da Taça de Portugal)

As gentes de Aveiro e simpatizantes do clube aveirense que me desculpem, mas tenho uma confissão a fazer: desde 1999 que ganhei uma espécie de ódiozinho ao Beira-Mar por ter levado a Taça de Portugal em vez do Campomaiorense, representante dessa região que tanto adoro que é o Alentejo. Todavia a actual situação do clube aurinegro não me enche de qualquer regozijo, muito pelo contrário: é uma pena vê-los afundados nos distritais de Aveiro por causa dessa praga dos investidores estrangeiros nas SADs que depois não cumprem o prometido.
Quanto ao equipamento em si, bom... depois de uma temporada a vestir Umbro, o Beira-Mar surgiu no Jamor com equipamentos da marca do Michel Preud'homme (sim, o ex-guarda-redes do Benfica) e que, com uma ou outra variação, usaria na época seguinte na II Divisão de Honra e competições europeias.
Fonte: Lusa