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quarta-feira, 25 de março de 2020

Amora, 1960/68 (principal)

Agora que eu estou trancado numa gaiola de cimento para tentar escapar a esta pandemia, há que arranjar forma de passar o tempo. E como até estou quase paredes-meias com a Medideira, posso perfeitamente "matar saudades" dos meus vizinhos do Amora FC, com um equipamento até bastante simples mas sem as certezas de ter sido utilizado só durante estes anos... e sem a certeza de o azul ser exactamente este. Já tentaram orientar-se com base em fotos a preto-e-branco - e em apenas meia-dúzia de fotos? Lotaria, meus amigos, simplesmente lotaria. Mas também como isto não é para vender, tenta-se fazer o melhor e siga a marinha.
Noutro detalhe relativo à foto que vem ali em baixo, tentem lá reconhecer o guarda-redes.
Fonte: Futebol em Portugal

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Benfica, 1957/64 (principal)

Mais uma quebra das regras, mas esta tem mesmo de ser. Como ainda não tinha feito o post celebratório do campeão da I Divisão, e como nesse lugar voltou a ficar o Benfica, vamos lá a mais um desenho dos "encarnados".
Estava para aqui colocar o equipamento da temporada de 1980/81, época onde o Benfica fez a sua única "tripleta" (Campeonato, Taça de Portugal e Supertaça) até este ano, mas... hoje assinala-se 56 anos desde a vitória do Benfica na Taça dos Campeões Europeus frente ao Barcelona (3-2, para quem não se recorda), no ano em que, ainda sem Eusébio, os lisboetas espantaram a Europa do futebol ao vencerem os superfavoritos catalães.
E sendo assim, os equipamentos de 1980/81 ficam para outra altura.

quinta-feira, 9 de março de 2017

Leixões, 1960/62 (principal)

E eis que, do nada, o Leixões saltou para as bocas do mundo, tudo graças ao Barcelona e à sua épica revanche. Tudo porque, há 55 anos, o clube matosinhense fez o mesmo na Taça das Taças, eliminando o La Chaux de Fonds na 1ª eliminatória da competição ao corrigir com um 5-0 o 2-6 verificado na Suíça. Era um Leixões forte, que chegava àquela competição após vencer a Taça de Portugal (batendo na final o FC Porto nas... Antas), um Leixões com Jaburú (esse mesmo, o que passara pelo FC Porto), com António Medeiros (que mais tarde seria treinador globetrotter das equipas de segunda linha nacionais) e, principalmente, com Osvaldo Silva, que um par de anos estaria noutra épica reviravolta na Taça das Taças, desta feita pelo Sporting.
Quanto ao desenho: hah... estou a fazer figas para que as camisolas que o Leixões utilizou na final da Taça de Portugal tenham sido utilizadas na época seguinte, porque a única imagem minimamente decente que vislumbrei foi a dessa final - e daí eu apenas falar em 1960 e 1962. De resto, pelo menos fotos nicles. Ou então, eu é que não sei procurar - o que me afigura mais provável.
Fonte: A Outra Visão

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Farense, 1957/64 (principal)

Segundo reza a lenda (e eu só posso vender o peixe que me venderam), a história de como o Farense ficou preto e branco é daquelas coisas deliciosas que só eram possíveis no Portugal de então: sendo filial do Sporting, o clube de Faro quis fazer equipamentos à imagem da casa-mãe; todavia como Faro, na altura, ficava ainda mais longe de Lisboa que hoje em dia, tiveram de se fiar nas fotografias de então, que eram a preto e branco... e assim ficaram. De facto há fotos do Farense equipado às riscas horizontais e até pensei em fazer esse conjunto... mas fica para segundas núpcias. Ou terceiras, neste caso.
(Um agradecimento ao meu conhecido fanático farense pela ajuda na datação)
Fonte: Antigas Glórias do Futebol Algarvio e Alentejano

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Académica, 1960/62 (principal)

Podia pensar em homenagear Mário Wilson com a camisola do Sporting, a primeira que vestiu após chegar a Portugal. Podia pensar em mais uma camisola do Benfica, pois foi com o clube encarnado que Mário Wilson acabou por ser associado nestes últimos anos. Todavia acabei por escolher outro equipamento da Académica: foram vinte anos (mais coisa menos coisa) que o "Velho Capitão" passou em Coimbra (doze como jogador e os restantes como treinador principal), e acabei por procurar uma camisola que este tivesse envergado. A datação é que é daquelas coisas: pode ter sido usado mais anos, pode ter siso usado em menos, mas sem provas mais concretas, arrisco dizer que este equipamento foi usado nestas duas temporadas, sujeitando-me a ser corrigido posteriormente - mas isso agora não interessa nada.
Até sempre, Mário Wilson.
Fonte: Recordações da Casa Amarela