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quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Desp. Chaves, 1989/90 (principal)

Talvez seja aquela solidariedade para com os clubes do interior, mas a verdade é que sempre gostei do Desportivo de Chaves e toda aquela coisa do "para lá do Marão mandam os que cá estão". Por isso fiquei contente por os ver regressar à I Divisão em 2016 e espero que por lá se mantenham muito tempo. Por isso, aqui fica um desenho da altura em que os "búlgaros do Chaves" eram tidos como ossos duros de roer, como Rudi, Tanev e Slavkov, que se juntavam a Filgueira, Manuel Correia, Jorginho e Jesus (o guarda-redes, não o que agora é treinador do Sporting) e que, no final da época, resultou num 5º lugar, a 7 pontos de um regresso à Europa...
Fonte: Museu do Futebol

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Rio Ave, 1989/90 (secundário)

Talvez este tenha sido o desenho onde mais me refugiei no reino do "possível". Como a única imagem que encontrei do Rio Ave a usar este equipamento não é propriamente abundante de qualidade, não sei se, de facto, a camisola também tem risquinhos na parte verde e em ambas as mangas - acabei por colocar apenas na zona principal e deixar as mangas livres - assim como não sei se os calções têm ali a marca - palpita-me que sim, mas enfim. Mas a verdade é que eu queria fazer qualquer coisinha do Rio Ave para ver se deixo de ser tão pró-Sul e essas coisas todas, tropecei neste bipartido e a primeira ideia foi "já estás!". Apesar de a época não ter sido grande coisa para os vilacondenses, terminando num 10º lugar que não dava acesso à debutante II Divisão de Honra.
Fonte: Somos todos Lionn

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Boavista, 1989/91 (principal)

Nunca tive nada contra o Boavista, antes de mais. O facto de apenas agora terem aparecido cá no espaço teve apenas a ver com o facto de só por estes dias ter arranjado uma alternativa para a ideia nada sedutora de fazer os quadradinhos todos à unha. De vez em quando lá tenho uma ideia peregrina...
Esta era a camisola com que eu queria "estrear" os axadrezados, mas não foi a que eu comecei a desenhar - tudo porque, depois de escavar e vasculhar a Internet, não consegui encontrar uma imagem que fosse em que o patrocínio aparecesse com qualidade. Até que, por autêntica obra do acaso, numa tarde dei por mim nas imediações de uma sapataria Teresinha! Foi arranjar maneira de tirar fotografia, virtualizar as letras e presto!, Boavista+Hummel+Teresinha. Há-de haver quem ache que o de 2000/01 é que devia ter sido o primeiro, por ter sido a época do maior feito boavisteiro, mas eu prefiro este, pronto. Lidem.
Fonte: Futebol em Portugal
Fonte: Futebol em Portugal

sábado, 10 de setembro de 2016

Lusitano de Évora, 1989/91 (principal)

FNAC. Pronto, esse patrocínio fez-me logo ter vontade de desenhar esta camisola. Apesar disso não está perfeita (para variar...): a dimensão do rectângulo de patrocínio e a sua posição talvez não sejam as ideais e... os calções. O facto de as fotos encontradas nunca darem para vislumbrar os calções, se têm alguma risca, alguma marca, algo, sei lá. Talvez não, fazendo jus à simplicidade espartana da camisola - apesar de os guarda-redes já equiparem de Adidas, o que por si só não quer dizer nada. E o que falta também: saber se de facto foram só duas épocas que o Lusitano jogou assim. Mas se não foi, também não faz mal.
Fonte: Armando Ribeiro - coleccionador

terça-feira, 5 de julho de 2016

Benfica, 1989/90



"Lá vem o lampião novamente com as camisolas do clubezeco dele!"
Sim, sim, eu sei, são muitos sobre o Benfica. Mas sendo eu adepto, acho natural que sejam os que mais surgem e mais me dão vontade de fazer E por isso, desta vez temos a temporada 1989/90 e o estranho caso da mudança de marca após 2/3 da temporada O motivo escapa-me, tenho de admitir, e pelo menos as "escavações" no "Diário de Lisboa" ainda não deram para deslindar a solução. Mas o que é certo é que os encarnados começam a jogar essa temporada com Adidas e, ao que parece, um conjunto semelhante ao de 1987/88 (por causa das quinas de campeão), acabando a temporada (se excluirmos a final da TCE) com Hummel e o equipamento que usariam na época seguinte. Portanto, a única coisa que fiz foi mesmo reaproveitar as camisolas dessas épocas e acrescentar-lhe as quinas. Por isso se diz que quando se explicam os truques de magia, estes perdem a piada...
Para as ilustrações, e fugindo ao que é normal, desta vez não tenho imagens dos principais - todavia dos alternativos há fotos de ambas as versões. Go figure.


segunda-feira, 23 de maio de 2016

Benfica, 1989/90 (final da TCE)

Hoje, uma efeméride mais: 26 anos da última final do Benfica na principal prova da UEFA, frente ao AC Milan de Arrigo Sacchi, Gullit, Rijkaard e van Basten, de Tassotti, Costacurta e Maldini, de Ancelotti, Baresi e Massaro (uma constelação de estrelas, diga-se). Seria Rijkaard, uma das unhas de Jorge Gonçalves, a destruir mais um sonho benfiquista e a dar continuidade à "maldição de Guttmann".
Esta época em termos de equipamento tem uma coisa engraçada, pois começou com Adidas e terminou com Hummel. Mas um dia que me dedique a essa temporada mais a fundo talvez aborde este assunto mais a fundo.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Imortal, 1988/90 (principal)

Vou supor que a datação esteja certa, até porque o que estava no nome do ficheiro era "88-90"; não sei se foi usado por mais tempo, mas se calhar para o caso não importa muito.
Se calhar podia ter-me deixado de coisas e feito o equipamento lisinho, sem aquelas pseudo-riscas, mas como elas estão no equipamento a sério só para dar aspecto, bom, lá achei que é boa ideia. Para além disso, ainda não olhei tanto para clubes do Algarve como devia (olho para as redes sociais e de lá brotam-me adeptos dessas equipas aos pontapés)... e tropecei nesta imagem em bom tamanho onde era possível descortinar os detalhes. Para os meus baixos padrões de qualidade, está bom, vá.
Fonte: Futebol em Portugal

sábado, 14 de maio de 2016

Feirense, 1989/90 (principal)

Mais um regresso à I Divisão, o Feirense garantiu esta tarde a subida ao primeiro escalão do futebol. Como tal, aqui fica a minha versão do equipamento que o clube de Santa Maria da Feira utilizou na época de 1989/90, quando surpreendeu o país ao apresentar um plantel 100% português, enquanto os restantes adversários já contavam nas suas fileiras com brasileiros e gentes de outras nacionalidades. Apesar disso, acabariam por terminar a época na posse da "lanterna vermelha", caindo na recém-criada II Divisão de Honra.
Mais uma vez: tenho a ideia de que os calções estarão assim algo incompletos, mas nada mais posso fazer, pois a "matéria prima" que se encontra é de fraca qualidade.
Fonte: Feirense

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Est. Amadora, 1989/90 (principal)

Mais uma que deu uma enorme dor de cabeça fazer - e que mesmo assim não ficou ideal, ficaram arestas por limar, imperfeições... um dia destes talvez as corrija.
Mais uma recordação de um histórico que já nos deixou, o Estrela da Amadora. Como tenho andado muito forte com os equipamentos da época 1989/90, vamos para mais um; todavia, para esta equipa, tem mesmo de ser, pois é a época da maior conquista do clube da Amadora, a Taça de Portugal, arrebatada após dois jogos com o Farense (numa edição em que os "grandes" nem chegaram aos quartos-de-final).
Algumas das camisolas têm as riscas trocadas; optei apenas por fazer uma versão. Verdade seja dita: estando uma feita, fazer-se a outra não é nada de mais.

Vit. Setúbal, 1989/90 (principal)

OK, OK, não será só de 1989/90, tudo bem, salvo erro este conjunto há-de ter estado na moda com variações mínimas (ou inexistentes, vá) entre 1988 e 1990. De qualquer maneira, cá está "o" equipamento do Vitória, o "top of the pops of the Sado", Adidas e Ariston na mesma camisola - no meu caso, admito, basta ter sido manufacturada pela marca fundada pelo Adi Dassler para ganhar logo pontos a favor. Para variar, há discrepância no tamanho das riscas de um lado e do outro, mas que se há-de fazer: acertar isto é uma dor de cabeça para o cromo que faz estas coisas.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Farense, 1989/90 (principal)


Um caso yin e yang. Farense, um dos históricos algarvios, numa das suas épocas de glória em que autenticamente passeou pela zona Sul da II Divisão (ainda antes de haver cá Ligas de Honra...) e garantiu presença no Jamor (perdendo após segundo jogo com outro histórico infelizmente desaparecido, o Estrela da Amadora). Nunca consegui perceber se se chegou a dar o caso de haver jogadores com ambas as versões da camisola a jogarem no mesmo jogo, mas dá-me ideia que sim.
Fonte: Faro na TV

quarta-feira, 30 de março de 2016

Académica, 1989/90 (principal)

Um rapazito do Twitter desafiou-me se eu não seria capaz de fazer o equipamento da "sua" Académica com o patrocínio da Fnac. Como até gosto de desafios, pronto...