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quarta-feira, 16 de junho de 2021

GR Santo Elói, 1984/85 (principal)

Não, amigos, eu  ainda não abdiquei de fingir que sei desenhar equipamentos de futebol. Só que a vida às vezes faz-nos esquecer destas coisas... pelo que os desenhos são capazes de ir surgindo neste espaço de forma mais espaçada. Digo eu. pelo que tenho de pedir desculpa aos adeptos do Sporting, do Estoril-Praia e do Vizela, mas ainda não sei quando (e se...) vou colocar aqui desenhos a celebrar os seus sucessos desta temporada.

Mas hoje trago aqui o equipamento de uma colectividade da Associação de Futebol de Lisboa que, provavelmente, muito pouca gente conhece: o Grupo Recreativo de Santo Elói (ou Santo Eloy), do Bairro Novo de Santo Eloy, freguesia de Odivelas, constituída em 1980 e, imagino eu, inactiva ou extinta presentemente. Mostraram-me a foto que surge ali em baixo num grupo sobre história do futebol do qual sou administrador e eu fiquei fascinadíssimo com o equipamento - não pode passar sem desenhar o mesmo, apesar de ser uma absoluta dor de cabeça (como sempre...) acertar com as letras. Estão próximas q.b., acho eu. A datação da fotografia é fácil porque o Santo Elói apenas participou uma única vez nos distritais da AF Lisboa, na época de 1984/85 (agora digam-me que jogou no INATEL antes ou depois e arruínem-me a teoria, vá...).

Numa outra foto que me mostraram, via-se gente com calções pretos e outros com calções brancos; mas deduzo que o principal fosse com calções pretos. Digo eu.

sábado, 16 de setembro de 2017

Torralta, 1984/85 (secundário)

Hoje em dia fala-se à boca cheia em centros de estágio, na formação das camadas jovens, mas nas décadas de 70 e 80 o topo da formação estava muito longe de ser na Luz, em Alvalade e no Porto (e muito menos em Alcochete, no Olival ou no Seixal): situava-se no Algarve, na sede do Torralta.
"Torralta". Eis um nome que vai ficando cada vez mais esquecido mas que, nas décadas de 70 e 80, deu cartas. O grupo foi o responsável pelo nascimento de Tróia como resort turístico... para além do investimento no Algarve, povoando aquela zona de hotéis. E, logicamente, surgiu um clube de futebol associado ao grupo, o Grupo Desportivo Torralta, sediado no Estádio Dois Irmãos, em Portimão. Os jogadores vinham dos mais variados pontos do país e beneficiavam das infra-estruturas do grupo Torralta. E do Dois Irmãos saíram nomes como Vado, Rui Manuel ou Pacheco (o António, que andou em Portimonense, Benfica e Sporting). Até que, numa altura em que o grupo empresarial já estava nas ruas da amargura e se falava numa potencial fusão com o Portimonense, os accionistas do grupo decidem extinguir o GD Torralta.
Sobre este clube, nada como ouvir a reportagem que apareceu na TSF a seu respeito. Quando eu a encontrar na net, logo aqui a acrescento.
Fonte: Futebol em Portugal

sábado, 6 de maio de 2017

Desp. Aves, 1984/85 (principal)

Ao contrário do do Portimonense, que ficou na prateleira durante meses a fio até ser altura de o publicar, este foi feito quase na hora. Por isso não consegui encontrar uma imagem minimamente decente da equipa avense a cores ou que, no mínimo, desse para ver os detalhes da camisola e dos calções. Lá tive de me refugiar nos cromos da época para safar mais ou menos a coisa...
Diga-se que, claro está, não sei se foi o único ano que este exacto conjunto foi usado: das imagens parece-me que, pelo menos foi utilizado na estreia do Aves na I Divisão, na época a seguir, mas antes disso ou depois não faço ideia.
Fonte: Glórias do Passado

sábado, 25 de março de 2017

Amora, 1984/85 (principal)

A temporada é de má memória para os amorenses, que terminaram essa época no 14º e antepenúltimo lugar da Zona Sul da II Divisão, com a consequente despromoção ao terceiro escalão. Todavia lá tive de ir buscar aqui os meus vizinhos mais uma vez para recordar a (então) inglesa Pony, que na década de 1980 (e 1990?) andou por cá a equipar algumas equipas de futebol. A semelhança do logotipo e nos desenhos que acrescentavam aos equipamentos (estes, pelo menos, parecem-me quase idênticos) fizeram com que muita gente (e até eu mesmo) pensasse que tivessem alguma relação com a Hummel, o que é falso.
Outro motivo de realce desta temporada é o facto de, na tradicional foto que acompanha o desenho (a que vem ali em baixo), figurar um conhecidíssimo treinador da nossa praça, conhecido por ter um problema com os agasalhos nos pés e andar sempre com eles frios. Sim, é esse mesmo, o... Exacto! Vêem como chegaram lá?
Fonte: Futebol em Portugal

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Braga, 1984/85 (principal - versões 1 e 2)


A era dos anos 80 em termos equipamentais é um autêntico caos. Tudo porque, na mesma temporada, podiam usar-se camisolas de uma marca, camisolas de outra marca, com um patrocínio, outro ou mesmo nenhum. Veja-se o caso do Braga. Hoje aparecem aqui duas camisolas que apenas diferem no facto de uma ter o logotipo virado para a esquerda e a outra o logotipo para a direita. Todavia, nesta época, os minhotos também jogaram de camisola lisa - talvez antes de terem arranjado este patrocínio.
Falando do patrocínio, devo desde já dizer que não está perfeito, tive de o martelar e não terá ficado ideal. Mas como a abundância de fotos para tirar medidas deixa muito a desejar (e as que se encontram necessitam uma lupa para distinguir a cor dos píxeis), fica assim. E já se goza.

NOTA: comecei este desenho convicto que o Braga também apresentou o Ipocork no peito em 1985/86; todavia, duvido que isso tenha realmente acontecido, sabendo que a "Foot" utilizou algumas fotos da temporada anterior na preparação do seu "Pontafoot de saída", a apresentação das equipas do campeonato. E até se encontram mais fotos dos arsenalistas com as Cerâmicas Valadades do que com esta, por isso...
Fonte: revista "Foot" nº 10, de Agosto de 1985 (via Glórias do Passado)

domingo, 8 de janeiro de 2017

Vit. Guimarães, 1984/85 (principal)

Primeira Segunda vez do Vitória vimaranense com patrocínio, primeiro ano com Le Coq Sportif, e logo a inverter emblema com logo da marca. Talvez as pseudo-riscas virtuais sejam assim um bocadinho fortes de mais (afinal de contas elas só apareciam em certas condições de luz) e até nem sequer estão propriamente certas - mas como na própria camisola elas também não o aparentavam estar, siga. A minha única dúvida era se o negro das laterais da camisola chegava à parte de baixo das mangas...
Fonte: Glórias do Passado

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Académica, 1984/86 (principal)

Mais uma encomenda - isto de ter carradas de conhecidos afectos da Briosa tem destas coisas... A época de 1984/85 foi um duplo regresso: não só o Clube Académico de Coimbra voltou a ser a Associação Académica de Coimbra (se bem que como um organismo autónomo de futebol), como a Briosa regressou à I Divisão depois de três anos de ausência. E depois de uns aninhos de Adidas, os estudantes apareceram na Primeirona a usar Puma e com patrocínio.
Fonte: Pensar a Académica

terça-feira, 19 de abril de 2016

Sporting, 1984/85 (Stromp)

A rapaziada do Sporting que me desculpe, mas vai ser o clube de Alvalade o primeiro a ser presenteado com uma camisola que não é a principal.
Há uma camisola do clube verde-e-branco que eu tenho positivamente de fazer (a da Hummel com patrocínio FNAC); todavia, até lá, vai esta, que não deixa de ser também bonita (apesar de eu, como sou do contra, ser algo parcial à "Stromp-que-não-é-Stromp", aquela que tinha risquinhos verdes na área branca, que por coincidência também é do período Hummel...).

[Infelizmente não encontrei nenhuma foto do equipamento a ser usado para além das fotos do site Verde e Branco que serviram de inspiração para a obra. Se alguém souber/tiver e quiser dar uma contribuiçãozita, apitem]