quarta-feira, 26 de abril de 2017

Portimonense, 1992/93 (principal)

Já sei, já sei, podia ter mais critério nestas coisas de escolher os equipamentos que desenho. Por exemplo, para celebrar a subida de divisão do Portimonense, se calhar devia ter feito o de uma temporada em que o clube de Portimão tivesse conquistado algo de relevante, como a subida à I Divisão, ou a ida às competições europeias. Mas acabei por atacar antes este, o da vitória na II Divisão B e consequente subida à II Divisão de Honra. Se calhar por as riscas se terem transformado em risquinhas...
Fonte: Arquivos do Portimonense

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Vit. Setúbal, 1995/96 (principal)

Isto de um gajo não ter imagens de jeito para se inspirar é desesperante. Consegue-se ainda ir juntando uns tracitos, a camisola ainda se consegue encontrar com alguma (relativa) dificuldade, mas quando se chega aos calções, é o horror. Zero imagens decentes. Ze-ro. Ainda por cima na temporada anterior, também Olympic e onde, salvo erro, a camisola foi igual, os calções eram todos branquinhos... mas depois à lupa encontra-se uma imagem de 1995/96 e vê-se mais qualquer lateral. Por isso acabei por improvisar e ficou assim, tempos pena. Se alguém vir erros, já sabe o que fazer.
Depois da débacle que foi a temporada anterior, em 1995/96 o Vitória, sob a batuta do Mestre Quinito, assumiu-se como candidato ao regresso à I Divisão e conseguiu-o, ficando apenas atrás do Rio Ave na tabela (em conjunto com o Sp. Espinho, três equipas promovidas nesse ano com listas verticais, hein?).
Fonte: Futebol em Portugal

sábado, 15 de abril de 2017

Vit. Guimarães, 1996/97 (principal)

Existem possivelmente algumas interrogações nos calções, é verdade. E na temporada a seguir o esquema foi idêntico mas a perna livre esteve lisa, com publicidade e publicidade+emblema. E logotipo da LPFP na manga direita - por isso não a incluo aqui.
Foi mais uma temporada com qualificação europeia para os vimaranenses, terminando no 5º lugar - conquistado na última jornada e graças ao Salgueiros não ter conseguido fazer melhor resultado que aqueles - e que conseguiram vencer os dois jogos contra o Benfica, tanto em Guimarães como na Luz.
Fonte: Glórias do Passado

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Juv. Évora, 1983/84 (secundário)

Chamo-lhe "secundário" mas não sei se o é, admito. Mas como o Juventude joga de riscas verticais e a camisola não as tem, presumo que seja o alternativo. Elucidem-me, por favor.
Porquê este equipamento? Motivos puramente extra-futebol. O patrocínio "Sachs" remete-me para as motorizadas dessa marca que popularam as minhas bandas - e algumas ainda lá resistem. E daí até arranjar motivação para o desenhar foi um pulinho. E o mais difícil de fazer foi, precisamente, as letras do patrocínio...
Fonte: Carlos Cunha - Armando Ribeiro -coleccionador - Évora

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Varzim, 1980/81 (principal)

As coisas não têm estado fáceis: para além de estar ocupado e distante do meu PC principal, também fiz o favor de meter o portátil no "mecânico"; daí tem-se uma total inactividade nos meus projectos pendentes. De qualquer maneira, já consegui aqui cozinhar algo em cima do joelho que espero que esteja sofrível pelo menos. Apeteceu-me voltar a pegar no Varzim, tropecei nesta foto e pronto, ficou-me debaixo do olho. Não sei se terá sido usado antes, mas ficamos pelo menos com esta época como referência.
Fonte: Glórias do Passado

sábado, 25 de março de 2017

Amora, 1984/85 (principal)

A temporada é de má memória para os amorenses, que terminaram essa época no 14º e antepenúltimo lugar da Zona Sul da II Divisão, com a consequente despromoção ao terceiro escalão. Todavia lá tive de ir buscar aqui os meus vizinhos mais uma vez para recordar a (então) inglesa Pony, que na década de 1980 (e 1990?) andou por cá a equipar algumas equipas de futebol. A semelhança do logotipo e nos desenhos que acrescentavam aos equipamentos (estes, pelo menos, parecem-me quase idênticos) fizeram com que muita gente (e até eu mesmo) pensasse que tivessem alguma relação com a Hummel, o que é falso.
Outro motivo de realce desta temporada é o facto de, na tradicional foto que acompanha o desenho (a que vem ali em baixo), figurar um conhecidíssimo treinador da nossa praça, conhecido por ter um problema com os agasalhos nos pés e andar sempre com eles frios. Sim, é esse mesmo, o... Exacto! Vêem como chegaram lá?
Fonte: Futebol em Portugal

sexta-feira, 24 de março de 2017

Feyenoord, 1983/84 (principal)

Há um ano atrás, terminei o meu primeiro equipamento estrangeiro. E hoje vou terminar o meu segundo equipamento estrangeiro. E ambos aqui aparecem pelo mesmo motivo: Johan Cruijff. O astro holandês sempre foi um dos meus craques favoritos de sempre e figura numa equipa que para mim foi das melhores de sempre, a da Holanda do Mundial-1974. Deve ser a única da qual sei a constituição de cor e salteado - nem uma do Benfica consegue esse desiderato, lamento assumi-lo - e onde figurava, como astro maior, a figura do franzino jogador que sabia tanto de futebol. Por isso, um ano após o seu desaparecimento, fica aqui o desenho da última camisola que vestiu, a do... Feyenoord. Sim, a dos grandes rivais do Ajax, o clube com o qual Cruijff é mais conotado. Mas a partir do momento que os responsáveis do clube, ainda fresquinhos da conquista da "dobradinha", o deram como acabado e não quiseram que ele continuasse em Amesterdão, ele pegou nele e foi para Roterdão - um bocadinho como se o Eusébio tivesse ido para o Sporting. E na única época em que ele jogou de camisola bipartida branca e encarnada, o Feyenoord conquistou campeonato e Taça - apesar do atropelamento às mãos do Ajax em Amesterdão: 2-8! Concluída a temporada, Cruijff pendurou as chuteiras em festa e, no ano seguinte, estava de regresso a Amesterdão para treinar o Ajax e continuar a revolucionar o futebol mundial.
Fonte: Feyenoord Shirts