sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Odemirense, 1994/95 (principal)

Se calhar já começa a ser um bocado cliché eu apresentar aqui os meus desenhos e começar logo a reclamar... e desta vez não vai ser diferente. É que, provavelmente, este foi um dos equipamentos que mais frustrações me causou, principalmente pelo comprimento das barras nos ombros, da falta de soluções para conseguir virtualizar o "Gille" (que não faço a mais pálida ideia do que seja), e da disposição de todos os componentes da camisola - para além, obviamente, da fonte do patrocínio principal. Só que a minha vontade de apresentar o maior clube do "meu" concelho (o que, por si só, não é grande título, tendo em conta a fraca concorrência) acabou por se sobrepor a todas esses berbicachos. Naturalmente a data poderá estar errada - mas a falta de fotos limita informações mais precisas... mas pelo menos desde 1989 a camisola manteve-se com poucas diferenças da aqui apresentada, mudando o patrocínio e, às vezes, os calções.
Fonte: Futebol em Portugal

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Farense, 1957/64 (principal)

Segundo reza a lenda (e eu só posso vender o peixe que me venderam), a história de como o Farense ficou preto e branco é daquelas coisas deliciosas que só eram possíveis no Portugal de então: sendo filial do Sporting, o clube de Faro quis fazer equipamentos à imagem da casa-mãe; todavia como Faro, na altura, ficava ainda mais longe de Lisboa que hoje em dia, tiveram de se fiar nas fotografias de então, que eram a preto e branco... e assim ficaram. De facto há fotos do Farense equipado às riscas horizontais e até pensei em fazer esse conjunto... mas fica para segundas núpcias. Ou terceiras, neste caso.
(Um agradecimento ao meu conhecido fanático farense pela ajuda na datação)
Fonte: Antigas Glórias do Futebol Algarvio e Alentejano

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Vit. Guimarães, 1991/92 (principal)

Não é o equipamento que me dê mais gozo apresentar. Não por causa de qualquer razão clubística que seja, atenção: apenas e só porque é das coisinhas mais simples que existem. Gola preta, pontas das mangas pretas, emblema, marca, pimbas, seguinte. É que nem sequer os calções têm ali nada que se veja (pelo menos na foto que encontrei, que vem a seguir, não descortinei lá nada)... e comecei a fazê-lo apenas porque achei giro terem o emblema e a marca trocados. Enfim, acabe-se com o choro.
Fonte: Mundialistas y Mitos

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Académica, 1960/62 (principal)

Podia pensar em homenagear Mário Wilson com a camisola do Sporting, a primeira que vestiu após chegar a Portugal. Podia pensar em mais uma camisola do Benfica, pois foi com o clube encarnado que Mário Wilson acabou por ser associado nestes últimos anos. Todavia acabei por escolher outro equipamento da Académica: foram vinte anos (mais coisa menos coisa) que o "Velho Capitão" passou em Coimbra (doze como jogador e os restantes como treinador principal), e acabei por procurar uma camisola que este tivesse envergado. A datação é que é daquelas coisas: pode ter sido usado mais anos, pode ter siso usado em menos, mas sem provas mais concretas, arrisco dizer que este equipamento foi usado nestas duas temporadas, sujeitando-me a ser corrigido posteriormente - mas isso agora não interessa nada.
Até sempre, Mário Wilson.
Fonte: Recordações da Casa Amarela

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Sporting de Espinho, 1992/93 (principal)

Já há bastante tempo que os "Tigres da Costa Verde" desapareceram do mapa da I Divisão (faz esta temporada 20 anos que por lá passaram pela última vez); ainda assim, como sou mais fã de Hummel que de Umbro, optei por ir buscar o equipamento que o clube utilizou em 1992/93, na penúltima temporada que andaram pelo topo da hierarquia do futebol nacional. O patrocínio, para variar, não está 100% correcto, mas foi o tipo de letra mais parecido que consegui encontrar e "martelar".
Fonte: Futebol em Portugal

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Estrela da Amadora, 1991/94 (principal)

Antes de mais, um parênteses:
(
Pessoas com web-logs de futebol que colocam fotografias de equipas apenas com 400 píxeis de comprimento: PAREM COM ISSO! Se é para mostrarem tesouros do passado futebolístico nacional, ao menos coloquem fotografias com pelo menos 1.000 píxeis, caso contrário a malta não percebe um cartucho da imagem!
)

Pronto, agora que já me livrei deste desabafo, sigamos.
O parênteses tem uma razão de ser: é que acabo este desenho sem a mais redonda certeza de alguns detalhes. Antes de mais: o grená da camisola é em alguma coisa semelhante ao real? E os calções, tinham marca ou não? Eu sei que os do equipamento alternativo tinham, mas os principais não sei - maioritariamente porque não se encontram fotos de qualidade que possam deslindar essa (e outras questões).
De resto, mais um equipamento de um clube da minha infância, infelizmente desaparecido. Creio ter a datação correcta; se não estiver, avisem, sim?

domingo, 25 de setembro de 2016

Benfica, 1985/86


Eu admito: gosto de colocar os equipamentos do Benfica a par porque assim gasto menos posts. Se fosse a separá-los, primeiro um e depois o outro, via-me e desejava-me para arranjar parlapier para encher a parte textual. Assim, despejo só para um e siga.
Temporada 1985/86, nefasta para a malta da Luz. Quer dizer, ganharam Supertaça (única vez que a limparam ao FC Porto!) e Taça de Portugal, mas foram perder o campeonato em casa. Ainda assim, o que fica na retina é o alternativo com as risquinhas encarnadas. Top, meus caros. Top.
Fonte: Lusa
Fonte: Lusa