sábado, 27 de janeiro de 2018

História dos equipamentos do Benfica (I)

Como já aqui deixei por diversas vezes explícito, sou adepto do Benfica. E gosto de camisolas. E há muitos anos atrás, ainda muito antes dos computadores, decidi desenhar as camisolas do Benfica todas. Estávamos na época 1999/00 e comecei de trás para a frente - parei nos inícios da década de 1980. Não mostro os resultados desses anos de desenho pois estão calamitosos, mesmo em termos de formato - todavia há meses atrás, e aproveitando estas minhas actividades laterais (isto em inglês soa melhor, admito), resolvi atacar novamente essa ideia. E meu dito meu feito: desta vez cheguei ao fim, coloquei tudo no fórum SerBenfiquista e ainda lá está. Mas como também tenho este espaço para auto-recreação, também quero colocá-las aqui. Não vai ser de uma só vez, até porque quero ilustrar isto tudo e meter um textozito qualquer e porque ainda são mais de 200 imagens, com uma espécie de infografia a acompanhar, logotipo e isso tudo... sim, pois não me chegou fazer primeiros e segundos equipamentos, e os europeus, mas também os das diversas provas, finais e etc.



1905: o início
Contrariamente ao que muita literatura diz: não, o Sport Lisboa nunca teve camisolas axadrezadas. Os primeiros jogos já foram feitos de camisola encarnada, quase em jeito de camisa, cheios de botões e colarinhos e bolsos, e calções brancos, uns calções que chegavam quase até ao joelho.




1908: camisolas com cordões



Por voltas de 1908, já após a absorção do Grupo Sport Benfica por parte do Sport Lisboa, as camisolas ganham um novo figurino, perdendo aqueles colarinhos à camisa e ganhando uma golazita branca com cordões. O bolso, todavia, mantém-se, assim como a ausência do emblema na camisola.





1911: adição gradual do emblema à camisola

Refira-se que isto não era como agora, em que todos os atletas tinham o equipamento igualzinho. De tal forma que isto do acrescentar o emblema à camisola não aconteceu ao mesmo tempo, foi sendo feito consoante as posses de cada dono da camisola - e onde os emblemas estavam longe de ser iguais para todos, mas assumamos que de facto o eram para efeitos de poupar o trabalho do desgraçado que armou esta coisa toda. O emblema foi cosido no bolso da camisola.
Mais tarde, o bolso mudou de cor e passou a ser também encarnado. Todavia não tenho presente ainda em que altura se deu essa mudança.
Fonte: Em Defesa do Benfica



1931: simplificação da camisola
Nos inícios da década de 1930, a camisola do Benfica perde cordões, perde bolso, perde emblema, perde tudo. Fica apenas com uma estreita gola em 'V'.

Fonte: Em Defesa do Benfica



1933: regresso do emblema



Salvo erro de análise, creio que na época anterior o utilizou tanto este como o anterior - todavia, nestas alturas ninguém passava grande atenção a este detalhes...
De qualquer maneira, o emblema do clube da Luz (que ainda não era da Luz) surge por essas alturas numa oval branca - o célebre "ovo estrelado", que duraria muitos e bons anos. Se bem que...

Fonte: Em Defesa do Benfica



1936: transformação do "ovo estrelado" em quadrado e engrossar da gola


... mais tarde, esse "ovo estrelado" transformou-se num quadrado. Isso e a gola em 'V', que era fina, ficou mais grossa.


E para já, ficamos assim. Até porque estou com um sono do c%$#€@$&.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Benfica, 1996/97




Por muito que esta era seja parte de uma era que a maioria dos adeptos benfiquistas queiram esquecer, eu acho precisamente o oposto: há que a recordar para evitar que se voltem a cometer os mesmos erros. Posto isto não há muito a dizer, só mesmo sobre os desenhos em si, que já estão na prateleira há meses (por causa de outro objectivo meu entretanto cumprido) mas que só agora vieram aqui parar. E, tal como de costume, as do Benfica vieram em mais um lote, primeiro as das competições caseiras e, em baixo, as utilizadas na Taça das Taças - apesar das diferenças serem apenas no patrocínio.
E, para (não) variar um bocado, apenas  consigo apresentar uma imagem de exemplo...

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Campomaiorense, 1976/77 (secundário)

No final de 2016, o final de ano foi uma lufa-lufa, sempre a produzir desenhos e mais desenhos, não parava. O final de 2017 foi a perfeita antítese. A vontade (e o jeito, que também nunca foi grande) têm andado pela hora da morte, é um facto, e as coisas da vida real têm-me feito diminuir a "pica" disto. Mas de vez em quando ainda se apresenta qualquer coisa.
E... Campomaiorense. Tinha saudades do clube. E continuo a ter. E aqui vem qualquer coisa para os recordar. Provavelmente será o equipamento alternativo, tendo em conta que o clube de Campo Maior sempre foi (até à década de '90) verde-e-branco listado horizontalmente...
... e logicamente que este equipamento deve ter sido usado em mais anos. Mas como não tenho essa certeza, vai só com a temporada em que tenho essa certeza.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Sp. Covilhã, 1987/88 (principal - versão 1)

Não estou contente com este. Mas como já não consigo ter cabeça para voltar a mexer na gola, vai mesmo assim, que é o melhor que consigo fazer. Para além de o patrocínio estar assim um nadinha aldrabado. Mas como isto está já há tempo demais por terminar, vai já para o web-log e siga.
Agora sim, aqui fica o equipamento da última época que os serranos estiveram na I Divisão. E porquê "versão 1"? Porque havia uma outra em que o patrocínio tinha as cores invertidas - mas era mais complicado de fazer por me faltarem letras parea um "iogurtes" que ali estava também. Por isso, vai só esta.
Fonte: História do Sporting Clube da Covilhã

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Beira-Mar, 1994/95 (secundário)

Parece que ultimamente só me tem dado para me ocupar de equipamentos de clubes em épocas em que eles desceram de divisão. E, para não fugir desse rumo, vamos lá "atacar" o Beira-Mar em 1994/95, época em que acabaram no penúltimo lugar da I Divisão; mas como o principal dessa época é pouco mais ou menos semelhante ao que já aqui apareceu, mudando apenas o patrocínio, a extensa equipa que constitui o staff cá do espaço (lol) decidiu representar antes o alternativo.
Falando do patrocínio... já sei que está mal feito, as letras estão erradas, etc e tal; todavia, a falta de fotos do logotipo da Gresso dessa altura fez com que tivesse de improvisar e tentar arranjar algo minimamente parecido. Peço desculpa e... se me arranjarem imagens disso, eu posso tentar melhorar a coisa.
Fonte: Vedeta ou Marreta (via Máfia da Cova)

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Os Belenenses, 1990/91 (principal)

Não é, de todo, a época que os adeptos do clube de Belém mais gostem de recordar, pois terminou com a despromoção belenenses após um 19º lugar. O que causa mais estranheza é olhar para o plantel dos azuis de Belém dessa época e ver nomes como Mihaylov (que seria o guarda-redes titular da Bulgária no Mundial'94), Galo, Morato, José António, Edmundo, Chico Faria, Juanico (estes dois últimos que, que dois anos antes, marcaram os golos da vitória do clue na final da Taça), Macaé, Sadkov, Jaime, Chiquinho Conde e... Fernando Chalana. Mas já se sabe que esse campeonato foi muito esquisito e renhido até final - já por diversas vezes aqui abordei esse assunto.
Quando à camisola, já se sabe que era uma "reclagem" do modelo utilizado pela Itália no Mundial'90 e não tenho a certeza quando aos riscos nas mangas. Mas para já, ficamos assim.
Fonte: Belenenses Ilustrado

terça-feira, 28 de novembro de 2017

U. Leiria, 1993/94 (principal)

E foi pouco mais ou menos assim que a União de Leiria garantiu a sua estreia na I Divisão, com o segundo lugar na tabela final da II Divisão de Honra, acompanhando Tirsense e Desp. Chaves para o patamar maior do futebol nacional de 1994/95. Talvez haja incorrecções, mas como a única foto do equipamento que encontrei é a que vem em baixo, está o possível.
Fonte: Futebol em Portugal