sexta-feira, 27 de maio de 2016

Vit. Setúbal, 1993/94 (principal)

Quando comecei a nutrir uma ligeira simpatia pelo clube sadino, estes andavam com equipamento da Hummel, tinham acabado de regressar à I Divisão e tinham uma boa equipa, com Rui Carlos, Quim, Figueiredo, Filgueira, Hélio, Nunes (já veterano, o que passou pelo Benfica anos antes), Eric Tinkler, Sessay, a dupla de Chiquinhos (o Conde e o Carlos), Sérgio Araújo e, claro, Yekini, o melhor marcador desse ano (que já o fora na época anterior na II Divisão de Honra). Andaram durante meia época na luta para não descer e terminaram a época no sexto lugar, contando no currículo com essa famosa vitória 5-2 ao futuro campeão Benfica e um empate 3-3 ao campeão em título FC Porto. E com equipamentos da Hummel, que são sempre aquela coisinha espectacular, e foi mais um ano com a Ariston ao peito. No ano a seguir, mudou-se tudo, da Hummel para a Olympic e da Ariston para a Mimosa e... lanterna vermelha. Esse campeonato de 1994/95 realmente foi muito negro para mim...
Fonte: Futebol em Portugal

Benfica, 1987/88 (final da TCE)

É altura de assumir o meu lampionismo sem pudor e quem tiver problemas com isso que se aguente, pois este espaço é meu e eu meto aquilo que eu quiser. Como tal, vamos ter mais um equipamento encarnado, de uma final europeia: a de 1988, a célebre da saga das chuteiras que saíam, do penalty malfadado do Veloso, da final entediante, isso tudo. Mas é da Adidas e eu gosto dele. Aguentem-se.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Benfica, 1989/90 (final da TCE)

Hoje, uma efeméride mais: 26 anos da última final do Benfica na principal prova da UEFA, frente ao AC Milan de Arrigo Sacchi, Gullit, Rijkaard e van Basten, de Tassotti, Costacurta e Maldini, de Ancelotti, Baresi e Massaro (uma constelação de estrelas, diga-se). Seria Rijkaard, uma das unhas de Jorge Gonçalves, a destruir mais um sonho benfiquista e a dar continuidade à "maldição de Guttmann".
Esta época em termos de equipamento tem uma coisa engraçada, pois começou com Adidas e terminou com Hummel. Mas um dia que me dedique a essa temporada mais a fundo talvez aborde este assunto mais a fundo.

Braga, 1965/66 (principal)

Mais uma homenagem por dois motivos, ambos coincidentes: pela vitória do Braga ontem na Taça de Portugal e pela primeira vitória dos arsenalistas na prova-rainha, que fez ontem as bodas de ouro. Um golo do argentino Miguel Perrichon derrotou um Vitória de Setúbal detentor do troféu após na edição anterior ter vencido o Benfica por claros 3-1.
Por outro lado... acho que estou a ficar fora de forma com estas coisas: não estou muito fã do que fiz na gola, está algo assim para o desigual. Se calhar já começava a fixar-me só em coisas (ainda) mais simples...

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Esperança de Lagos, 1986/87 (principal)

Mais um equipamento feito a pedido. E mais um equipamento em que me queixo de não ter a certeza de os calções estarem bem feitos - mas das poucas fotos do emblema lacobrigense, em nenhuma delas se consegue ver com clareza os mesmos. E... também desconheço a marca fornecedora. Mas pronto, fica aqui de boa vontade.
Fonte: Museu do Futebol

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Riopele, 1977/78 (principal)

Não sei se eram mesmo da Adidas - mesmo com as três riscas - não sei se os calções do equipamento principal eram verdes ou brancos - encontrei fotografias de ambas as versões. Mesmo assim, fica aqui mais um caso de uma presença efémera na I Divisão, o clube da marca de têxteis Riopele, situada na Pousada de Saramagos (não, não é mesmo uma pousada, é uma terra), concelho de Vila Nova de Famalicão, cuja génese foi precisamente dos trabalhadores da fábrica que, em 1958, começaram a dar uns toques na bola e acabaram por se meter nos campeonatos nacionais. Acabaram por chegar à divisão principal em 1977, já com alguns jogadores profissionais. A temporada de estreia na I Divisão acabaria por ser a única, pois os 21 pontos conquistados em 30 jogos apenas deram para o 15º e penúltimo lugar, apesar de se ter reforçado nessa época com jogadores como o guarda-redes Padrão (que depois passaria por Vit. Setúbal, Chaves, FC Porto e Paços de Ferreira), o médio Jesus (hoje Jorge Jesus, treinador do Sporting) e o avançado Messias, já em fim de carreira. Depois dessa época o clube entrou em declínio e acabou por ser extinto em 1985.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Louletano, 1985/87 (principal)

Mais uma camisola a pedido. Como tenho algum carinho pelo futebol (e clubes) do Sul do país (haja alguém!), tive logo motivação para olhar para o clube de Loulé, hoje em dia no CNS (manteve-se à rasquinha, mas lá se manteve), e recordá-los quando venceram o seu primeiro título nacional, o campeonato nacional da III Divisão. Não sei é de que marca era, admito (basta não aparecer na camisola para ficar às aranhas)...
Fonte: Antigas Glórias do Futebol Algarvio e Alentejano